terça-feira, 5 de outubro de 2010

Eu sempre disse a mim mesma
Que águas passadas não movem moinhos
Mas a saudade é um rio
Que vive passando pelo meu caminho
Quanto mais digo que odeio
Mais eu te rodeio com meu pensamento

Não adianta tentar te lembrar de outro jeito
Se o meu coração ama até seus defeitos
Não quer que eu esqueça jamais de você

E assim eu vou brigando
Com meu próprio ego
Quanto mais eu nego mais você me tem

Tento imaginar meu corpo em outros abraços
Mas em seu lugar eu não vejo ninguém

E me pego aqui sozinha
Relembrando coisas que eram de nós dois
Choro quando a saudade dói em mim depois

Meu amor,
Sinto a sua falta a cada momento
Meu amor,
Você não me sai aqui do pensamento
Meu amor,
Volta inesperado quando chega o vento


Há uma nuvem de lágrimas
Sobre meus olhos
Dizendo prá mim
Que você foi embora
E que não demora
Meu pranto rolar...

Eu tenho feito de tudo
Prá me convencer
E provar que a vida
É melhor sem você

Mas meu coração
Não se deixa enganar...
Vivo inventando paixões
Prá fugir da saudade
Mas depois da cama
A realidade
Essa tua ausência
Doendo demais...

um vazio no peito
Uma coisa ruim

O meu corpo querendo
Seu corpo em mim
Vou sobrevivendo
Num mundo sem paz...

Aaaaaaaaah!
Jeito triste de ter você
Longe dos olhos
E dentro do meu coração
Me ensina a te esquecer
Ou venha logo
E me tire desta solidão...


Não vejo a hora de acabar o dia
E pra você poder voltar

Cair no aconchego dos teus braços
Corpo, alma, me entregar
Sentir a emoção de ser amado
Ser bem-vindo em sua vida
Curtir esse paixão incontrolável
Onde o amor é a saída

Na semi-luz
Encosto o meu peito nu sobre os seios seus
Desfruta o sabor do amor que há nos lábios meus
Amo você

A noite passa e o sol pela vidraça
Invade a nossa intimidade
O simples badalar de um relógio
Despertou toda a cidade
Ainda tento achar no meu atraso
Alguns minutos pra você
E faço num abraço tanta coisa
Que numa noite não dá pra fazer

Na semi-luz
Encosto o meu peito nu sobre os seios seus
Desfruta o sabor do amor que há nos lábios meus
Amo você
 

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Oscar Wilde

"A ambição é o último recurso do fracassado"


Te amo eternamente - Brenno Reis e Marco Viola

xinguemo como se deve de xinga
mandinga de sapo seco eu nunca mais quero te ver
eu acordo e faço três cruzé cruz é cruz e é cruz.
você vai pro Norte que eu vou  pro Sul...




Ahhh...

Ahhhhh...

te amo.