sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Tati Bernardi
Queria saber onde estão aquelas pessoas de verdade, que a gente não compra mas também não vive sem. Aquele amigo que mudou para o outro lado do mundo mas você não pensa duas vezes antes de pegar o carro, o ônibus ou o avião e fazer uma visita. Só olhar para ele, sentar ao lado, ouvir a voz, faz tudo ficar mais feliz. Algumas pessoas simplesmente valem a pena.
Queria saber onde é que está aquele tipo de namorado que você não veste para se exibir mas despe para provar só pra si mesmo o quanto é feliz. Que você não desfila ao lado, mas leva dentro do peito. Que você não compra, consome, negocia ou contrabandeia. Mas se surpreende quando ganha de presente da vida.
Aquele tipo que você não usa para ser alguém e justamente por isso acaba sendo uma pessoa muito melhor.
Não culpo pessoas, lugares e sentimentos que se vendem e muito menos me culpo por viver pra cima e pra baixo com minha sacolinha de degustações frugais. É o nosso mundo moderno cheio de tecnologias e vazio de profundidades. Mas hoje, só por hoje, vou sair de casa sem minha bolsa. Vamos ver se acabo conhecendo alguém impagável.
Queria saber onde é que está aquele tipo de namorado que você não veste para se exibir mas despe para provar só pra si mesmo o quanto é feliz. Que você não desfila ao lado, mas leva dentro do peito. Que você não compra, consome, negocia ou contrabandeia. Mas se surpreende quando ganha de presente da vida.
Aquele tipo que você não usa para ser alguém e justamente por isso acaba sendo uma pessoa muito melhor.
Não culpo pessoas, lugares e sentimentos que se vendem e muito menos me culpo por viver pra cima e pra baixo com minha sacolinha de degustações frugais. É o nosso mundo moderno cheio de tecnologias e vazio de profundidades. Mas hoje, só por hoje, vou sair de casa sem minha bolsa. Vamos ver se acabo conhecendo alguém impagável.
Mesmo sabendo que eu colocaria em risco essas coisas que faço e me soam tão bem. Isso me parece um pedaço agradável de uma agenda encantada, dias felizes, nada demais. A aula de dança das segundas e quartas, o endocrinologista de quinze em quinze dias na sexta, o parque do sábado a hora que der na telha, meu emprego na câmara que me permite mandar em boa parte do meu tempo sem ser, por isso, uma louca duranga, o costume de escrever até tarde ouvindo sertanejo, os mocinhos que aparecem, com intervalos de dez ou vinte dias, e me abastecem de um gostar possível e descartável, algum bar chato que serve pra me tirar de casa e até mesmo rir de um ou outro ser humano mais parecido com o que eu acho que deveria ser um ser humano. Nada disso me soa banal e aprendi mesmo a chamar de minha vida. Agora serão dias achando tudo idiota e até mesmo medíocre. A aula de dança, os almoços em família, os bares, tudo uma tortura. Ainda assim, mesmo sabendo que depois é cheia de dor que carrego minhas horas, ainda assim eu cortei o cabelo um dia antes e comprei uma jaquetinha preta em promoção. Ainda que sentir de verdade pareça uma outra vida, às vezes cansa viver dentro das coisas que invento. Com você, mesmo eu inventando tudo também, dá pra ter essa sensação de desordem, atropelamento, vida dizendo e não minha cabeça falastrona. Mesmo sendo ofensivo pra minha existência que pessoas como você existam. Mesmo que sua tristeza e preguiça e desistência mostrem pra minha frescura de sentidos como tudo pode ser amargo e pior: mostre que tudo sempre foi e eu é que, vai ver, sou forte ou abençoada demais pra não sucumbir. Mesmo que sua alegria nunca seja por mim. E que sua alegria torne, quando por mim, minha vida intolerável. Sua existência é um absurdo e isso é a maior verdade que me vem à mente quando penso em você ou estou ao seu lado.
Eu estava quieta, coisa que nunca aconteceu nenhuma das vezes que saímos. Eu estava sempre histérica e hoje eu estava muito quieta, até demais. Talvez seja porque eu não tenho mais a euforia louca de ser amada. Eu piro quando alguém me ama e ao ver em você a calmaria dos vencedores corriqueiros, larguei o corpo. Acabou sendo boa, a sensação de tarde ordinária. Eu pude habitar o papel de amiga, uma forma de ouvir por perto sua respiração pigarrenta que amo como se fosse o único sopro saudável do mundo. Eu permaneci e isso foi diferente, triste, insuportável, mas possível. Como os mortos que ficam em qualquer lugar, até mesmo embaixo da terra. Morto não deseja e por isso mesmo permanece. Acho que seu desejo morreu e talvez o meu também, já que boa parte desse amor enorme que eu sentia e sinto por você, vinha e venha da minha alegria desmesurada em me sentir amada pelos meus próprios sonhos. Você encerrava em mim eu mesma e era uma loucura tudo, como eu sentia, como eu queria me vomitar e ensangüentar e explodir e rodopiar em mim até furar o chão como uma broca desgovernada e depois sair derrubando o mundo como o único pião que sabe a verdade e precisa chacoalhar seu entorno pra não enlouquecer sozinho. Era uma loucura tudo. Mas a morte, o fim, nós, isso me permitiu estar de alguma forma sem querer habitar cada instante do estar e para isso me retirando o tempo todo. E isso pode ser viver mas viver é terrível. E antes, quando eu não sabia viver e me sentia amada, era ainda mais terrível. Daí que sobra essa sensação de uma solidão filha da puta mil vezes pois em nada dá pra ser com você. E tudo bem, não é você, nunca foi, mas escuta a maluquice: é que nada disso impede que eu sinta um amor absurdo por você.
Me peguei uma hora, olhando você, andar, tão feinho, seu ombro encolheu um pouco, cada dia que passa mais e mais é uma concha o que você se torna. Dessas que é mentira a pérola e o som do mar, mas eu os vejo, o tempo todo. Você andando desse seu jeito meio de louco, que chacoalha a cabeça. E se veste mal quando pouco se importa, eu sei, eu entendi. E a manga suja de café. A roupa bege da cor de tudo que é você. Você é tão errado e cheio de estragos. E me peguei olhando pra tudo isso e amando tanto, tanto, tanto. Como se nada mais no mundo fosse tão bonito ou correto ou mesmo perfeito porque perfeito é o que não tem mesmo cabimento. O resto nem existe porque vemos ou explicamos.
Na sua varanda sem céu, certa vez, você se sentou naquela cadeira sem fundo. Me colocou no seu colo e me deu o abraço que disparava corações em mim como se eu tivesse um em cada nó de veia. E me disse, com sua voz tão bonita, a mais bonita que eu já ouvi, que eu tinha subido todos os seus andares. Eu entendi que você era o homem da cobertura de aço e eu uma espécie rara de passarinho que tinha algum tipo de chave que se autodestruiria em poucos segundos. E eu entendi também que agora que tinha chegado ali, só me restava pular, já que ninguém aguenta o alto tão alto muito tempo. A vertigem que era o nosso amor. Minhas olheiras, meu cansaço. Eu poderia morrer porque isso me impossibilitava, dia após dia, que eu vivesse sem sentir você o tempo todo. Mas quem é mesmo que morre dessas coisas? Não, não podemos, com tanta coisa pra fazer, os meninos de dez a vinte dias, os bares, e almoços, a dança, o emprego, escrever, tudo isso que é minha vida antes e depois de você. Tudo isso que daqui a pouco, quando a sensação desgraçada de absurdo e solidão passar, tudo isso volta, se acomoda, a agenda mágica, o gostosinho no peito, esquecer você todo dia um pouco pra vida e todo dia muito pro dia. Mas agora, hoje, guarda isso, eu amo demais você. Por que escrevo? Porque é a minha vingança contra todas as palavras e sensações que morrem todos os dias mostrando pra gente que nada vale de nada. Toma esse texto, o único lugar seguro e eterno pra gente.
Eu estava quieta, coisa que nunca aconteceu nenhuma das vezes que saímos. Eu estava sempre histérica e hoje eu estava muito quieta, até demais. Talvez seja porque eu não tenho mais a euforia louca de ser amada. Eu piro quando alguém me ama e ao ver em você a calmaria dos vencedores corriqueiros, larguei o corpo. Acabou sendo boa, a sensação de tarde ordinária. Eu pude habitar o papel de amiga, uma forma de ouvir por perto sua respiração pigarrenta que amo como se fosse o único sopro saudável do mundo. Eu permaneci e isso foi diferente, triste, insuportável, mas possível. Como os mortos que ficam em qualquer lugar, até mesmo embaixo da terra. Morto não deseja e por isso mesmo permanece. Acho que seu desejo morreu e talvez o meu também, já que boa parte desse amor enorme que eu sentia e sinto por você, vinha e venha da minha alegria desmesurada em me sentir amada pelos meus próprios sonhos. Você encerrava em mim eu mesma e era uma loucura tudo, como eu sentia, como eu queria me vomitar e ensangüentar e explodir e rodopiar em mim até furar o chão como uma broca desgovernada e depois sair derrubando o mundo como o único pião que sabe a verdade e precisa chacoalhar seu entorno pra não enlouquecer sozinho. Era uma loucura tudo. Mas a morte, o fim, nós, isso me permitiu estar de alguma forma sem querer habitar cada instante do estar e para isso me retirando o tempo todo. E isso pode ser viver mas viver é terrível. E antes, quando eu não sabia viver e me sentia amada, era ainda mais terrível. Daí que sobra essa sensação de uma solidão filha da puta mil vezes pois em nada dá pra ser com você. E tudo bem, não é você, nunca foi, mas escuta a maluquice: é que nada disso impede que eu sinta um amor absurdo por você.
Me peguei uma hora, olhando você, andar, tão feinho, seu ombro encolheu um pouco, cada dia que passa mais e mais é uma concha o que você se torna. Dessas que é mentira a pérola e o som do mar, mas eu os vejo, o tempo todo. Você andando desse seu jeito meio de louco, que chacoalha a cabeça. E se veste mal quando pouco se importa, eu sei, eu entendi. E a manga suja de café. A roupa bege da cor de tudo que é você. Você é tão errado e cheio de estragos. E me peguei olhando pra tudo isso e amando tanto, tanto, tanto. Como se nada mais no mundo fosse tão bonito ou correto ou mesmo perfeito porque perfeito é o que não tem mesmo cabimento. O resto nem existe porque vemos ou explicamos.
Na sua varanda sem céu, certa vez, você se sentou naquela cadeira sem fundo. Me colocou no seu colo e me deu o abraço que disparava corações em mim como se eu tivesse um em cada nó de veia. E me disse, com sua voz tão bonita, a mais bonita que eu já ouvi, que eu tinha subido todos os seus andares. Eu entendi que você era o homem da cobertura de aço e eu uma espécie rara de passarinho que tinha algum tipo de chave que se autodestruiria em poucos segundos. E eu entendi também que agora que tinha chegado ali, só me restava pular, já que ninguém aguenta o alto tão alto muito tempo. A vertigem que era o nosso amor. Minhas olheiras, meu cansaço. Eu poderia morrer porque isso me impossibilitava, dia após dia, que eu vivesse sem sentir você o tempo todo. Mas quem é mesmo que morre dessas coisas? Não, não podemos, com tanta coisa pra fazer, os meninos de dez a vinte dias, os bares, e almoços, a dança, o emprego, escrever, tudo isso que é minha vida antes e depois de você. Tudo isso que daqui a pouco, quando a sensação desgraçada de absurdo e solidão passar, tudo isso volta, se acomoda, a agenda mágica, o gostosinho no peito, esquecer você todo dia um pouco pra vida e todo dia muito pro dia. Mas agora, hoje, guarda isso, eu amo demais você. Por que escrevo? Porque é a minha vingança contra todas as palavras e sensações que morrem todos os dias mostrando pra gente que nada vale de nada. Toma esse texto, o único lugar seguro e eterno pra gente.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Eu vou cuidar de VOCÊ....
... Todo dia, toda hora, a todo momento...
Não foi nenhum grande impacto saber que você estava a menos de 10 metros de mim, e pra te ver era só ficar de olho....
Não bateu forte meu coração, não bateu saudade, não bateu tristeza, não bateu....
E agora bateu uma duvida... porque não senti nada, e porque agora eu to tentando entender porque meu coração não bateu mais forte, ou mais devagar, ele simplismente bateu, como faz a cada segundo, hora que eu olhei pro lado e vi que voce ja tinha ido embora, nem doeu, não fez falta, nem precisei te ver. Meu coração, a minha mente entende que nunca fomos,não somos e nunca seremos. E eu não conseguia imaginar a minha vida sem voce, desde sempre era voce que estaria ao meu lado, que seria o pai dos meus filhos, só voce, nunca teve ninguem que ocupasse o seu lugar, ainda não tem, e esse espaço ainda é seu, ninguem entra, tá um vazio, e tambem não tem voce, é um vazio absoluto. São cacos estilhaçados dentro do meu peito, as vezes doi quando eu penso em voce, falta o ar quando eu te imagino, mas nao tem nenhuma reação quando te ve, quando te tem por perto.
Antes a sua ausencia era o bastante para que eu sentisse a sua falta, hoje ela é tão grande, tão intensa que eu já me acostumei a viver sem você...
Eu me pergunto se eu amo voce, ou a pessoa que eu criei nas minhas memorias, nos meus sonhos, fragmentos de voce, dos momentos bons, dos momentos intensos, de interpretações só minhas da verdade que só é verdade pra mim, dos anos de devoção, de entrega, de luta, de choro, de desespero, de decepções, de felicidades, só que esses pequenos momentos eram a minha mais absoluta felicidade, eram esses momentos que me davam forças e vontade pra lutar uma batalha contra mim mesma...
E hoje parece tudo tão em vão, uma marca de fogo na pele, que arde, doi, muchuca, e que a gente marca mesmo, pra lembrar que hoje não é nada, mas que um dia valeu a pena, que hoje nao faz diferença, mas um dia já foi minha razão de viver.
Hoje, pra mim, acabou, passou, morreu....
Não te vejo mais do meu lado, não te vejo mais como o amor da minha vida, como o homem da minha vida, mas tambem não vejo ninguem mais no lugar que um dia foi seu...
E o coração vazio...
vazio...
...
Não foi nenhum grande impacto saber que você estava a menos de 10 metros de mim, e pra te ver era só ficar de olho....
Não bateu forte meu coração, não bateu saudade, não bateu tristeza, não bateu....
E agora bateu uma duvida... porque não senti nada, e porque agora eu to tentando entender porque meu coração não bateu mais forte, ou mais devagar, ele simplismente bateu, como faz a cada segundo, hora que eu olhei pro lado e vi que voce ja tinha ido embora, nem doeu, não fez falta, nem precisei te ver. Meu coração, a minha mente entende que nunca fomos,não somos e nunca seremos. E eu não conseguia imaginar a minha vida sem voce, desde sempre era voce que estaria ao meu lado, que seria o pai dos meus filhos, só voce, nunca teve ninguem que ocupasse o seu lugar, ainda não tem, e esse espaço ainda é seu, ninguem entra, tá um vazio, e tambem não tem voce, é um vazio absoluto. São cacos estilhaçados dentro do meu peito, as vezes doi quando eu penso em voce, falta o ar quando eu te imagino, mas nao tem nenhuma reação quando te ve, quando te tem por perto.
Antes a sua ausencia era o bastante para que eu sentisse a sua falta, hoje ela é tão grande, tão intensa que eu já me acostumei a viver sem você...
Eu me pergunto se eu amo voce, ou a pessoa que eu criei nas minhas memorias, nos meus sonhos, fragmentos de voce, dos momentos bons, dos momentos intensos, de interpretações só minhas da verdade que só é verdade pra mim, dos anos de devoção, de entrega, de luta, de choro, de desespero, de decepções, de felicidades, só que esses pequenos momentos eram a minha mais absoluta felicidade, eram esses momentos que me davam forças e vontade pra lutar uma batalha contra mim mesma...
E hoje parece tudo tão em vão, uma marca de fogo na pele, que arde, doi, muchuca, e que a gente marca mesmo, pra lembrar que hoje não é nada, mas que um dia valeu a pena, que hoje nao faz diferença, mas um dia já foi minha razão de viver.
Hoje, pra mim, acabou, passou, morreu....
Não te vejo mais do meu lado, não te vejo mais como o amor da minha vida, como o homem da minha vida, mas tambem não vejo ninguem mais no lugar que um dia foi seu...
E o coração vazio...
vazio...
...
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Nobody's Home - Avril Lavigne
Eu não poderia te dizer por que ela se sentiu daquela maneira, ela sentiu isso todos os dias. E eu não pude ajuda-la, eu só a ví cometer os mesmos erros novamente. O que está errado, o que está errado agora? Muitos, muitos problemas. Eu não sei de onde ela veio. Ela quer ir pra casa, mas ninguém está em casa. É onde ela se encontra arrasada por dentro. Não há lugar pra ir, não há lugar pra ir secar suas lágrimas. Arrasada por dentro. Abra os seus olhos e olhe ao seu redor, encontre as razões porque você foi rejeitada, e agora você não consegue encontrar o que você deixou pra trás. Seja forte, seja forte agora. Seus sentimentos ela esconde. Seus sonhos ela não consegue encontrar. Ela está perdendo a cabeça. Ela foi deixada pra trás. Ela não consegue achar seu lugar. Ela está perdendo a sua fé. Ela caiu em desgraça. Ela está por todos os lados. Ela está perdida por dentro, perdida por dentro
Ela está perdida por dentro, perdida por dentro
Soberano

Já que eu falei de cruzeiro no post de baixo, vou falar mais um pouco...
Vou fazer o Soberano dos Mares da CVC, comprei pela Globaltur, agencia da Soylinha em Londrina, to numa cabine tripla, sem conheçer ninguem, conheço bem pouca gente que tá indo, e só! Mas lá faremos amizades, to fazendo a cabeça do Ago e do Caio pra eles irem também, meu irmão só precisa começa a trabalha pra ele poder ir, dai a gente vai ficar todos na mesma cabine, que familia liiiiinda! ;)
Ontem foi aniversario do Ago, Parabens ago, pelos vintitinco anos e por passar com exito da faze perigosa dos 24 anos!
Voltando ao cruzeiro, eu vou dia 09/01/2010, pegaremos um onibus com toda a galera de londrina e região que fecho la na Globaltur, chegaremos em Santos bebados, cansados, felizes e juntos...
SÁB (09/01/2010)
SANTOS
DOM (10/01/2010)
RIO DE JANEIRO
SEG (11/01/2010)
NAVEGAÇÃO
TER (12/01/2010)
SALVADOR
QUA (13/01/2010)
SALVADOR
QUI (14/01/2010)
NAVEGAÇÃO
SEX (15/01/2010)
BÚZIOS
SÁB (16/01/2010)
SANTOS
E o melhor, é all inclusive - comidas e bebidas alcoolicas ou não (6)
Mas ainda assim vou gastar um monte, tem que levar dinheiro pra perder no cassino, pra gastar nas cidades onde a gente parar, pra quase tudo...
E eu tenho que comprar malas/comprar roupas/comprar biquini/comprar um oculos lindo maravilhoso da victor hugo que custa 600 reais e vende ali na ótica barbieri em 6 vezes no cartão ou com 20% de desconto a vista/tenho que compra uma bolsa de praia/uma bolsa não de praia/uma bolsa que de pra usar na praia/acessorios/mais acessorios/coisas com contas,corrente,couro,badulaques,laços,tranças,tudo bem praia/uma bagagem de mão pra leva no onibus/uma bolsa massa pra leva no onibus/sandalhas de rolha/de plataforma/de couro marrom com bordados/rasterinhas/saidas de praia/cangas que viram vestidos/vestidos que virem gangas/shorts/coloridos/com laços/sem laços/jens/de sarja/de algodão/vestidinhos/curtos/mais curtos/coloridos/cores claras/leves/batas/compridas/curtas/justas/largas/com decote/sem decote/claras/coloridas/indianas/mais um monte de coisa que eu não lembro agora!
To até vendo o quanto eu vou gasta nessa brincadeira!!! mas vai vale a pena.. eu sei que vai ...
Vou desligar os computadores aqui, porque hoje eu trabalho só até meio dia, vai fecha de novo a camara. só retornaremos segunda, quem duvida assiste o pregrama so meu patrao na tv.. :)
Esses 20 min que faltam pra meio dia vai demorar mais que as duas horas que eu fiko aqui sozinha esperando dar uma hora, e eu to escrevendo qualquer coisa aqui pra ve se o tempo passsa... vo assisti os videos da novela de ontem....
por lord ganesha que o tempo passe rapido!
beijo, me liga diz que ama e desliga...
ááhh prox musica do momento: Domador de feras! :)
escreve ai, vai ser sucesso!
HELL - Paris 75016 (Lolita Pille)
Estava de novo lendo o jornal e vi uma entrevista que falava de um livro, 100 escovadas antes de dormir.... é a historia de uma adolescente que fez altas armadas, mais que o normal... aprontou horrores, biscate mesmo.. e ela escreveu tudo no lvro...
dae olhando eu vi uma outra autora, Lolita Pille escreveu um livro do mesmo genero, mas parece sem melhor, sei la. eu fiz a burrice de ler um resumo achando que era uma critica sobre a obra e ja sei que o cara morre no final... entao ja ta meio sem graça... Eu achei o livro por 26,90 no submarino, mais frete e tals... Eu acho que vou compra-lo, só tenho que receber/pagar as contas/festa um poquinho/ve quanto sobra/se sobrar/comprar! :D
simples assim!
Veremos. Qualquer coisa a gente pede aquele suporte financeiro pra mamãe e papai, o que eu duvido que aconteça, mas tamo ai...
num posso abusa pq eu nao to dando a minha parte do cruzeiro pro papai!!!
dae olhando eu vi uma outra autora, Lolita Pille escreveu um livro do mesmo genero, mas parece sem melhor, sei la. eu fiz a burrice de ler um resumo achando que era uma critica sobre a obra e ja sei que o cara morre no final... entao ja ta meio sem graça... Eu achei o livro por 26,90 no submarino, mais frete e tals... Eu acho que vou compra-lo, só tenho que receber/pagar as contas/festa um poquinho/ve quanto sobra/se sobrar/comprar! :D
simples assim!
Veremos. Qualquer coisa a gente pede aquele suporte financeiro pra mamãe e papai, o que eu duvido que aconteça, mas tamo ai...
num posso abusa pq eu nao to dando a minha parte do cruzeiro pro papai!!!
O cigarro
O cerco está se fechando, somente as pessoas bonitas, magras e não fumantes vão ter vez daqui pra frente....
Ainda bem que eu parei de fumar, falta alguns detalhes!
Estou aqui no meu trabalho, bem tranquila lendo o correio do vale, noticias de sempre, a gripe, o fechamento de faculdade, a volta as aulas, o meio ambiante, abertura de agencia de banco, quando eu viro a folha,
"CIGARRO...
FORA DA MODA E
TAMBÉM FORA DA LEI"
Eu parei de fumar tem quase 3 meses já, isso não me afeta, na verdade afeta, eu adoro o gosto do cigarro, mas aquela fumaça me faz muito mal... eu não nasci pra ser fumante...
Meu pai e meu irmao fumando em casa eu começo a passar mal já...
Isso é ótimo. A roupa, o cabelo, o lugar, a gente não vai mais cheirar cigarro quando voltar da balada.. Aquele cheiro de bebi demais junto com estou de ressaca nao vai mais acompanhar a gente despois das festas...
É verdade que eu ainda tenho vontade de fuma de vez em quando, mas nada demais, descobri uma coisa ótima, eu tenho auto-controle, e outra, eu só sou viciada em bebidas... rsrs
Depois que eu larguei o cigarro facil, isso prova que eu não tenho adição as drogas, talvez eu até tenha adição a um certo tipo de drogas, os cafagestes, mas eu aprendo um dia, eu espero!!
Agora sério, dia 19 os deputados, aqueles que a gente elege pra ganha dinheiro e faze churascos de fim de semana (ainda bem que eu sou convidada), votaram a favor da primeira discussão sobre a Lei Antifumo, eu espero que seja aprovada, mas como eu conheço bem essa cidade, nem boate, nem choperia, nem barzinho, nem buteco funciona (mentira, buteco dura, muito, e quase tem mais do que farmacia em Arapongas), imagina uma lei... aqui não vai funciona também...
Vai ser estranho na balada pra quem fuma, mas eu espero que pelo menos em casa eles parem de fumar....
Sem mais para o momento, vou terminar de ler o jornal...
Vai ter sessão extraordinaria aqui na camara hoje, o patrão ta aqui, ta todo mundo aqui, o tio ta loko, a tia ta doida, a joana tá dominada...
Hoje tá todo mundo nas suas salas, fingindo que trabalha, lindo!!! rsrs
Vo ler o jornal, e talvez ver a sessão! :)
Ainda bem que eu parei de fumar, falta alguns detalhes!
Estou aqui no meu trabalho, bem tranquila lendo o correio do vale, noticias de sempre, a gripe, o fechamento de faculdade, a volta as aulas, o meio ambiante, abertura de agencia de banco, quando eu viro a folha,
"CIGARRO...
FORA DA MODA E
TAMBÉM FORA DA LEI"
Eu parei de fumar tem quase 3 meses já, isso não me afeta, na verdade afeta, eu adoro o gosto do cigarro, mas aquela fumaça me faz muito mal... eu não nasci pra ser fumante...
Meu pai e meu irmao fumando em casa eu começo a passar mal já...
Isso é ótimo. A roupa, o cabelo, o lugar, a gente não vai mais cheirar cigarro quando voltar da balada.. Aquele cheiro de bebi demais junto com estou de ressaca nao vai mais acompanhar a gente despois das festas...
É verdade que eu ainda tenho vontade de fuma de vez em quando, mas nada demais, descobri uma coisa ótima, eu tenho auto-controle, e outra, eu só sou viciada em bebidas... rsrs
Depois que eu larguei o cigarro facil, isso prova que eu não tenho adição as drogas, talvez eu até tenha adição a um certo tipo de drogas, os cafagestes, mas eu aprendo um dia, eu espero!!
Agora sério, dia 19 os deputados, aqueles que a gente elege pra ganha dinheiro e faze churascos de fim de semana (ainda bem que eu sou convidada), votaram a favor da primeira discussão sobre a Lei Antifumo, eu espero que seja aprovada, mas como eu conheço bem essa cidade, nem boate, nem choperia, nem barzinho, nem buteco funciona (mentira, buteco dura, muito, e quase tem mais do que farmacia em Arapongas), imagina uma lei... aqui não vai funciona também...
Vai ser estranho na balada pra quem fuma, mas eu espero que pelo menos em casa eles parem de fumar....
Sem mais para o momento, vou terminar de ler o jornal...
Vai ter sessão extraordinaria aqui na camara hoje, o patrão ta aqui, ta todo mundo aqui, o tio ta loko, a tia ta doida, a joana tá dominada...
Hoje tá todo mundo nas suas salas, fingindo que trabalha, lindo!!! rsrs
Vo ler o jornal, e talvez ver a sessão! :)
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Leonardo Brasiliense

"Ela estava aprendendo a andar. Parou na minha frente e me olhou nos próprios olhos. Me passou a mão babada.
Antes da aula de balé, amarrava as sapatilhas sem tirar os olhos de mim. Depois se exibia na ponta dos pés.
Às vezes fazia perguntas. Perguntava e respondia. Às vezes brigava comigo.
Um dia entrou no quarto chorando. Me olhou demoradamente nos próprios olhos. Pegou a caixa de música na penteadeira e me fez em cacos.
Sete anos de azar."
Antes da aula de balé, amarrava as sapatilhas sem tirar os olhos de mim. Depois se exibia na ponta dos pés.
Às vezes fazia perguntas. Perguntava e respondia. Às vezes brigava comigo.
Um dia entrou no quarto chorando. Me olhou demoradamente nos próprios olhos. Pegou a caixa de música na penteadeira e me fez em cacos.
Sete anos de azar."
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