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sábado, 23 de abril de 2011

Get It Right - Glee

O que foi que eu fiz?
Queria poder fugir desse navio se afundando.
Só tentando ajudar, machuco todo mundo.
Agora eu sinto o peso do mundo sobre meus ombros

Será que eu posso começar de novo, com minha fé abalada
Porque eu não posso voltar atrás e desfazer isso
Eu só tenho que permanecer firme e encarar os meus erros, se eu ficar mais forte e mais sábia
Eu vou passar por isso

O que você pode fazer quando o seu melhor não é bom o suficiente
E tudo que você toca desaba
Porque minhas melhores intenções continuam fazendo uma confusão de coisas
Eu quero apenas corrigir isto de alguma forma
Mas quanto tempo vai levar ... 
quantas tentativas serão necessário para que eu acerte ...

Então, eu tenho que dar de ombros , dar um soco no ar
E aceitar a verdade, às vezes a vida não é justa
Sim, eu vou fazer um desejo, sim eu vou fazer uma oração
Se eu me esforçar, alguém vai ver, o quanto eu me importo




Tá difícil, tô triste, tô magoada, tá foda, tá tudo estranho. 
Mas, tô de pé. 

terça-feira, 19 de abril de 2011

O pior de tudo, é que as lembranças não vão na mala...

E eu lembro dos abraços. Lembro dos sorrisos, dos olhares, dos beijos de despedida que deviam ter sido na boca.
E das risadas, da sua mania insuportável de querer queimar tudo com um isqueiro na mão, do jeito que ficava bravinho quando eu implicava com você e depois levantava só pra eu te puxar de volta do meu lado.
Lembro dos telefonemas, das confidencias, do seu medo ridículo de caveiras que brilham no escuro, e do quanto você reclama.... 
E o como você é indeciso, você realmente nunca sabe o que quer, nem pra onde vai. 
E dos beijos, como eu lembro do seus beijos, e daquela lambidinha inesperada que você dava na minha boca, e os dois riam, lembro da sua cara de decepcionado quando eu mordi um halls e te devolvi esfarelado, e nossas bobeiras, as brincadeiras, a forma como você mordia minha boca, e me abraçava deitado no sofá.
Ou quando eu passava a unha nas suas costas e você ficava todo arrepiado, depois mordia a sua orelha e te fazia rir e você me abraçava e me deitava no seu peito. 
Sem contar as piadinhas....'Vamo toma alguma coisa??'

As lembranças ainda estão aqui... 
e pra evitar de sofrer e chorar, o melhor é dormir!!! 

Separado! 

domingo, 1 de agosto de 2010

Meu sonho bom*

Essa semana indo pra faculdade me peguei pensando em você, dentro da van, quase 7 horas da manhã, com os fones de ouvido, ouvindo Pink. Eu chorei, eu ainda choro, sempre que lembro de você, eu estou chorando agora, porque você faz falta, porque você não podia ter ido.
Porque seu lugar é aqui.
E eu comecei a lembrar de tudo, TUDO mesmo, o dia que eu te conheci, lá no ginásio, os dias que você aparecia a tarde no colégio, ou eu de manhã, só pra te ver, com a desculpa de um trabalho bobo, lembro daquele dia no dia das bruxas, la na wizard.. todo mundo sabia, eu e você dançando sozinhos, todo mundo sumiu, e a gente se beijou, foi tão lindo. Tão eterno, e tão distante...
E lembrei daquele dia no show, não te via a tanto tempo. Você passou, eu te vi de longe, te comprimentei, e continuei indo, do nada eu parei, e voltei, te dei um abraço apertado, um beijo no seu rosto e fui embora, aquilo não fez sentido nenhum pra mim, durante uma semana. Daí você foi embora, e eu percebi que aquele tinha sido o último abraço que eu te daria pra sempre, o último beijo, e tudo fez tanto sentido, como eu queria que não fizesse sentido nenhum, como eu queria que você não tivesse ido, é tudo tão triste ainda.

Foi três anos depois, e fazem três anos, essa música faz muito sentido embora nada faça sentido.

Who Knew - Pink

Você pegou na minha mão, você me mostrou como
Você me prometeu que ficaria por perto,
Aham... Tá certo

Eu absorvi suas palavras e eu acreditei
Em tudo, que você me disse,
É, aham... Tá certo

Se alguém dissesse há três anos, que você iria embora
Eu apagaria todos eles com um soco, porque eles estariam errados
Eu sei melhor que eles, porque você disse "para sempre"
"E sempre", quem diria...

Lembra-se quando nós éramos tão bobos
E tão convencidos e tão legais,
Oh não... Não não

Eu queria poder te tocar de novo
Eu queria poder ainda te chamar de amigo
Eu daria qualquer coisa

Quando alguém disse "seja agradecido agora, antes que eles estejam muito longe"
Eu acho que eu não sabia como, eu estava totalmente errada
Eles sabiam melhor que eu, ainda sim você disse "para sempre"
"E sempre", quem diria

Eu te manterei trancado em minha mente
Até nós nos encontrarmos novamente
Até nós...
Até nós nos encontrarmos novamente

E eu não te esquecerei, meu amigo
O que aconteceu?

Se alguém dissesse ha três anos, que você iria embora
Eu apagaria todos eles com um soco, porque eles estariam errados

Aquele último beijo, eu vou valorizar, até nós nos encontrarmos novamente
E o tempo torna tudo mais difícil, eu queria poder me lembrar
Mas eu mantenho sua memória, você me visita enquanto durmo.

Meu querido, Quem diria
Meu querido, Meu querido
Quem diria, Meu querido
Sinto sua falta, Meu querido
Quem diria, Quem diria

tanto.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Promessas ao vento

E eu me pergunto por quê o incomodo.
Porque eu certamente o incomodo. Eu certamente o atrapalho. Eu certamente não sou tão importante, nem faço um sorriso surgir no teu rosto quando apareço de repente.
E eu sei disso.
Mas eu apreço, no fim sempre apareço. A vontade de sentir sua presença é maior do que a vontade de deixá-lo em paz.
Eu não gosto de gostar de você.
Prometo me esforçar mais em economizar sua paciência, sua tão importante paciência.
E isso não me afetará. Não depois que eu estiver entorpecida.
Um dia eu chego lá, e então, serei que nem você...
Receberei alguém que me entrega seu coração para então quebrá-lo em incontáveis pedaços antes de devolvê-lo.
Mas você ainda não me devolveu o meu.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Viver!

Sem muitas profundidades resolvi escrever alguma coisa hoje.


        A ultima vez que escrevi aqui, me queixava da falta de humanidade no mundo de hoje, e agora, sinto que ele está um pouco mais.
        Não entendo certas coisas que acontecem, as vezes a gente imagina que tudo seria melhor se fossem como nos filmes, se bem que agora tem gente morrendo em um filme no telecine pipoca, mas a gente sempre sabe que no final, vai acontecer algo bom, ou pelo menos vamos aprender alguma coisa muito valiosa com isso.
        Talvez a vida seja assim também, mas como não vemos o final dela em duas horas, achamos que está tudo errado, eu sei que no final, eu vou sempre olhar pra traz e dizer valeu a pena, e MUITO.
        Eu jamais deixei de fazer alguma coisa por me importar com opiniões alheias, eu vivo o que eu acredito, e tenho certeza que as vezes para outros olhos pode parecer errado, ou até mesmo imoral, mas no meu ponto de vista, na minha forma de viver e acreditar na felicidade, errado e imoral, é fazer as coisas somente para agradar as pessoas, somente porque é certo ou errado, porque um dia nos disseram que era isso que tínhamos que fazer.
        Faço sim aquilo que acredito, aquilo que me faz bem, e assim eu sou feliz, tenho satisfação em fazer as coisas do meu jeito, eu sei que funciona bem pra mim, tenho meus princípios acima de tudo e nada do que eu faço me pesa no travesseiro antes de dormir. Mesmo sabendo que os olhos malvados daqueles que não tem alegria pesam sobre mim, e simplesmente não entendem como é possível ser tão leve.
        É assim que eu me sinto, leve, sem culpa, sem maldade, sem pré julgamentos e pré-conceitos, vivendo, aparentemente levando a vida de qualquer jeito, apenas assim, desse jeito feliz.
        Me queixo sim da falta de humanidade das pessoas, e admito que preciso delas pra viver, e exatamente por ter amigos tão bons, que tudo é tão fácil.

        Já disse que trocaria um dia do passado por todos os dias do futuro.

        HOJE, não troco nada por nada. Quero viver intensamente cada momento, com cada pessoa especial que faz parte da minha vida, e poder conhecer e recordar todas aquelas que foram e já fizeram parte dela um dia.
       Acredito que no meu medo de crescer, de virar adulta, ainda vive a pureza das crianças, um pouco da inocência, e tenho certeza que é isso deixa tudo tão lindo, tão colorido, tão leve.

... é a vida, é bonita e é bonita ...




         Por falar nessa música, agora vou filosofar sobre ela, mentira, vou Ctrl + C, Ctrl + V na letra da musica, provavelmente grifar ou negritar as melhores partes!
Aprendi a gostar de MPB com a mamãe... Isso me lembra outra musica, mas vem depois! :D
        Tenho que guardar a minha imaginação porque não é sempre que sei sobre o que escrever aqui...

Viver!
E não ter a vergonha de ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz...

Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita. E é bonita...

E a vida!
E a vida o que é?
Diga lá, meu irmão
Ela é a batida
De um coração
Ela é uma doce ilusão
Hê! Hô!...

E a vida
Ela é maravilha
Ou é sofrimento?
Ela é alegria
Ou lamento?
O que é? O que é?
Meu irmão...

Há quem fale
Que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo...

Há quem fale
Que é um divino
Mistério profundo
É o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor...

Você diz que é luxo e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é
E o verbo é sofrer...

Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser...

Sempre desejada
Por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte
Só saúde e sorte...

E a pergunta roda
E a cabeça agita
Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita. E é bonita...

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Distancias

A muito tempo a diversão deixou de ser um tamagoshi, e passou a ser pessoas conectadas uma as outras por cabos azuis que ninguém entende. Ou por satélites que a gente acha que são discos voadores ou estrelas cadentes...
Diversão agora é pratico, é fácil. Você faz o seu cadastro em menos 2 minutos, coloca a sua foto e ta dentro. Você já faz parte da galera, ta por dentro do que está acontecendo. E enquanto eu escrevo esse texto sem nenhum propósito, com um simples, Alt + Tab um amigo anuncia que chove em Curitiba e que não é bacana fumar dentro do carro na chuva, o outro tem prova e não tem o que vestir, e mais um está n academia achando um absurdo eu estar acordada tão cedo.
O normal do mundo moderno. A melhor parte, não tem aquela conta chata no final do mês, só o básico, adsl e ponto, não tem telefone, não tem provedor, não tem cartão de credito estourado, não tem pai e mãe enchendo o saco, nem gerente do banco te cobrando nada. Tudo assim, rapidinho, de graça, e até bonitinho, isso pode variar muito dependendo da sua foto. Ou dos seus followers..
É isso mesmo, você pode seguir as pessoas sem ninguém achar ruim ou processar você. O maximo que tem são alguns estrelinhas que não deixam qualquer um segui-los. Mas isso é o de menos. Complexo de superioridade existe, a diferença é se você vai se sentir inferior quando estiver por perto. Só assim funciona. Enquanto o orkut se transforma num blog, com fotolog e bate-papo, o twitter parece aquelas folha de recados que ficam passando pelas salas de aulas, onde todo mundo escreve o que quer, normalmente nada útil, alguém responde alguma coisa pra alguém e ponto.
As vezes eu me pego desenhando um coraçãozinho no cantinho dos documentos com a canetinha do celular, é a falta que físico faz, o virtual está em quase tudo. Nem me lembro como é sentar e escrever alguma coisa, ou organizar qualquer coisa sem ter um celular, ou um computador do lado.
Mundo Moderno, Distancias Modernas....
Insensibilidade Moderna!


...saudade de giz de cera e tinta guache...

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Mesmo sabendo que eu colocaria em risco essas coisas que faço e me soam tão bem. Isso me parece um pedaço agradável de uma agenda encantada, dias felizes, nada demais. A aula de dança das segundas e quartas, o endocrinologista de quinze em quinze dias na sexta, o parque do sábado a hora que der na telha, meu emprego na câmara que me permite mandar em boa parte do meu tempo sem ser, por isso, uma louca duranga, o costume de escrever até tarde ouvindo sertanejo, os mocinhos que aparecem, com intervalos de dez ou vinte dias, e me abastecem de um gostar possível e descartável, algum bar chato que serve pra me tirar de casa e até mesmo rir de um ou outro ser humano mais parecido com o que eu acho que deveria ser um ser humano. Nada disso me soa banal e aprendi mesmo a chamar de minha vida. Agora serão dias achando tudo idiota e até mesmo medíocre. A aula de dança, os almoços em família, os bares, tudo uma tortura. Ainda assim, mesmo sabendo que depois é cheia de dor que carrego minhas horas, ainda assim eu cortei o cabelo um dia antes e comprei uma jaquetinha preta em promoção. Ainda que sentir de verdade pareça uma outra vida, às vezes cansa viver dentro das coisas que invento. Com você, mesmo eu inventando tudo também, dá pra ter essa sensação de desordem, atropelamento, vida dizendo e não minha cabeça falastrona. Mesmo sendo ofensivo pra minha existência que pessoas como você existam. Mesmo que sua tristeza e preguiça e desistência mostrem pra minha frescura de sentidos como tudo pode ser amargo e pior: mostre que tudo sempre foi e eu é que, vai ver, sou forte ou abençoada demais pra não sucumbir. Mesmo que sua alegria nunca seja por mim. E que sua alegria torne, quando por mim, minha vida intolerável. Sua existência é um absurdo e isso é a maior verdade que me vem à mente quando penso em você ou estou ao seu lado.
Eu estava quieta, coisa que nunca aconteceu nenhuma das vezes que saímos. Eu estava sempre histérica e hoje eu estava muito quieta, até demais. Talvez seja porque eu não tenho mais a euforia louca de ser amada. Eu piro quando alguém me ama e ao ver em você a calmaria dos vencedores corriqueiros, larguei o corpo. Acabou sendo boa, a sensação de tarde ordinária. Eu pude habitar o papel de amiga, uma forma de ouvir por perto sua respiração pigarrenta que amo como se fosse o único sopro saudável do mundo. Eu permaneci e isso foi diferente, triste, insuportável, mas possível. Como os mortos que ficam em qualquer lugar, até mesmo embaixo da terra. Morto não deseja e por isso mesmo permanece. Acho que seu desejo morreu e talvez o meu também, já que boa parte desse amor enorme que eu sentia e sinto por você, vinha e venha da minha alegria desmesurada em me sentir amada pelos meus próprios sonhos. Você encerrava em mim eu mesma e era uma loucura tudo, como eu sentia, como eu queria me vomitar e ensangüentar e explodir e rodopiar em mim até furar o chão como uma broca desgovernada e depois sair derrubando o mundo como o único pião que sabe a verdade e precisa chacoalhar seu entorno pra não enlouquecer sozinho. Era uma loucura tudo. Mas a morte, o fim, nós, isso me permitiu estar de alguma forma sem querer habitar cada instante do estar e para isso me retirando o tempo todo. E isso pode ser viver mas viver é terrível. E antes, quando eu não sabia viver e me sentia amada, era ainda mais terrível. Daí que sobra essa sensação de uma solidão filha da puta mil vezes pois em nada dá pra ser com você. E tudo bem, não é você, nunca foi, mas escuta a maluquice: é que nada disso impede que eu sinta um amor absurdo por você.
Me peguei uma hora, olhando você, andar, tão feinho, seu ombro encolheu um pouco, cada dia que passa mais e mais é uma concha o que você se torna. Dessas que é mentira a pérola e o som do mar, mas eu os vejo, o tempo todo. Você andando desse seu jeito meio de louco, que chacoalha a cabeça. E se veste mal quando pouco se importa, eu sei, eu entendi. E a manga suja de café. A roupa bege da cor de tudo que é você. Você é tão errado e cheio de estragos. E me peguei olhando pra tudo isso e amando tanto, tanto, tanto. Como se nada mais no mundo fosse tão bonito ou correto ou mesmo perfeito porque perfeito é o que não tem mesmo cabimento. O resto nem existe porque vemos ou explicamos.
Na sua varanda sem céu, certa vez, você se sentou naquela cadeira sem fundo. Me colocou no seu colo e me deu o abraço que disparava corações em mim como se eu tivesse um em cada nó de veia. E me disse, com sua voz tão bonita, a mais bonita que eu já ouvi, que eu tinha subido todos os seus andares. Eu entendi que você era o homem da cobertura de aço e eu uma espécie rara de passarinho que tinha algum tipo de chave que se autodestruiria em poucos segundos. E eu entendi também que agora que tinha chegado ali, só me restava pular, já que ninguém aguenta o alto tão alto muito tempo. A vertigem que era o nosso amor. Minhas olheiras, meu cansaço. Eu poderia morrer porque isso me impossibilitava, dia após dia, que eu vivesse sem sentir você o tempo todo. Mas quem é mesmo que morre dessas coisas? Não, não podemos, com tanta coisa pra fazer, os meninos de dez a vinte dias, os bares, e almoços, a dança, o emprego, escrever, tudo isso que é minha vida antes e depois de você. Tudo isso que daqui a pouco, quando a sensação desgraçada de absurdo e solidão passar, tudo isso volta, se acomoda, a agenda mágica, o gostosinho no peito, esquecer você todo dia um pouco pra vida e todo dia muito pro dia. Mas agora, hoje, guarda isso, eu amo demais você. Por que escrevo? Porque é a minha vingança contra todas as palavras e sensações que morrem todos os dias mostrando pra gente que nada vale de nada. Toma esse texto, o único lugar seguro e eterno pra gente.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Eu vou cuidar de VOCÊ....

... Todo dia, toda hora, a todo momento...
Não foi nenhum grande impacto saber que você estava a menos de 10 metros de mim, e pra te ver era só ficar de olho....
Não bateu forte meu coração, não bateu saudade, não bateu tristeza, não bateu....
E agora bateu uma duvida... porque não senti nada, e porque agora eu to tentando entender porque meu coração não bateu mais forte, ou mais devagar, ele simplismente bateu, como faz a cada segundo, hora que eu olhei pro lado e vi que voce ja tinha ido embora, nem doeu, não fez falta, nem precisei te ver. Meu coração, a minha mente entende que nunca fomos,não somos e nunca seremos. E eu não conseguia imaginar a minha vida sem voce, desde sempre era voce que estaria ao meu lado, que seria o pai dos meus filhos, só voce, nunca teve ninguem que ocupasse o seu lugar, ainda não tem, e esse espaço ainda é seu, ninguem entra, tá um vazio, e tambem não tem voce, é um vazio absoluto. São cacos estilhaçados dentro do meu peito, as vezes doi quando eu penso em voce, falta o ar quando eu te imagino, mas nao tem nenhuma reação quando te ve, quando te tem por perto.
Antes a sua ausencia era o bastante para que eu sentisse a sua falta, hoje ela é tão grande, tão intensa que eu já me acostumei a viver sem você...
Eu me pergunto se eu amo voce, ou a pessoa que eu criei nas minhas memorias, nos meus sonhos, fragmentos de voce, dos momentos bons, dos momentos intensos, de interpretações só minhas da verdade que só é verdade pra mim, dos anos de devoção, de entrega, de luta, de choro, de desespero, de decepções, de felicidades, só que esses pequenos momentos eram a minha mais absoluta felicidade, eram esses momentos que me davam forças e vontade pra lutar uma batalha contra mim mesma...
E hoje parece tudo tão em vão, uma marca de fogo na pele, que arde, doi, muchuca, e que a gente marca mesmo, pra lembrar que hoje não é nada, mas que um dia valeu a pena, que hoje nao faz diferença, mas um dia já foi minha razão de viver.
Hoje, pra mim, acabou, passou, morreu....
Não te vejo mais do meu lado, não te vejo mais como o amor da minha vida, como o homem da minha vida, mas tambem não vejo ninguem mais no lugar que um dia foi seu...
E o coração vazio...
vazio...
...

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Presente

Agora as coisas estão ficando realmente confusas...
Eu já não sei o que dizer, o que pensar, o que fazer, o que ser, e nem o que escrever...
É uma alegria timida que toma conta do meu peito, como uma criança que se recusa a ficar sem o presente de natal, mas assim mesmo não o pede. Todos sabem exatamente o que ela quer, todos veêm o brilho dos seus olhos quando o olhar daquela criança encontra o seu objeto de desejo, todos veêm a alegria, o encatamento e até o jeito meio bobo de falar do seu presente.
Todos, menos o presente, ou finge que não sabe, agora não faz mas sentido falar de presente, só se for do presente do tempo, aquele que vem depois do passado e antes do futuro, que a gente vive quase que intesamente, com medo de estragar o futuro com algum erro pequeno, e torcendo pro erro, ou o acerto do passado se repita ou não.
O presente aonde eu queria estar no passado, no presente nada é certo, é a correria atropelando os sonhos, o tempo acabando com a esperança, e exatamente agora, o presente já passou. O futuro, sonhos, esperanças. nada mais. Talvez alguns planos bem elaborados no presente fazem o futuro dar certo, mas mesmo assim é incerto demais pra se confiar.
Mas o passado, ahh o passado aquele exato momento em que você olhou ele dormindo no seu colo, ou que você dormiu no colo dele, aquele beijo que não era pra ter acontecido, mas foi a melhor coisa que já aconteceu, aquela mordida no labio que fez o mundo desmoronar ao redor e você nem ver, aquele olhar que você, só você, lembra que trocou com aquele que só você sabe que é, e sempre foi o grande amor da sua vida. Aquela conversa, aquela tarde perfeita, com as amigas perfeitas, que hoje já não são ou não parecem mais tão perfeitas assim, aquela confissão para aquela amiga que é só ela, e que ninguem nunca substituira, aquela lagrima que só ela entende, que só ela foi capaz de secar, as lagrimas trocadas juntas, com amigos, familia, amores, momentos emocionantes, o aniversario surpresa que voce fez pra aquela amiga que na mesma hora ela te olhou nos olhos e nem precisou dizer obrigada, o casamento do último tio solteiro, aquele que brincava com a gente, depois saia com a gente, as bodas de ouro dos seus avós, o simples saber o quanto você precisa daquela amiga em especial pra viver, as vezes alguns momentos tristes, a morte de um amigo, as brigas entre os pais, entre os irmãos, entre a familia inteira, a perca de um amigo, de um amor.
E saber que cada lagrima, cada sorriso, cada suspiro, cada decepção, cada realização, cada beijo, cada abraço, cada conversa, cada olhar significou alguma coisa, faz parte de quem eu sou agora.
É a minha vida, não é perfeita, provavelmente nunca será.
Mas pelo menos é uma historia que ninguem contou!!!
.
E aquela pequena criança continua desejando aquele presente que não sabe se ganhará no natal

Hi Stranger

Eu não sei nada sobre você e sobre as suas mentiras.
Quem é você?
Me causa um tormento profundo e eu só penso em você. Me intriga, me tira o sono, me confunde. Eu te quero, não te quero, não quero te querer, quero que você me queira.
Te ligo? Espero? Um toque?
Mas quem é você? Professor de Geografia? Dono de sauna gay? De casa de massagem? Tem deposito de areia? É tudo isso? É nada disso? É casado? É solteiro? Tem namorada? Aonde você mora? O que você quer comigo? O que você quer da vida? Quais são seus objetivos? Você é tão bom quanto eu imagino nos meus sonhos? É tão ruim quanto as minhas desconfianças? Eu realmente gosto de você? Ou só estou tentando provar alguma coisa pra alguem? Ou pra mim mesma? Porque seu beijo é tão envolvente? Porque seu abraço me cala, me desmonta? Porque seu olhar me hipnotiza?
O que você tem? Qual é o seu poder sobre mim? Como você faz isso? O que você faz comigo? Como eu posso te sentir o tempo todo? Ouvir a sua voz e conheçer cada detalhe do seu corpo sem nunca ter visto? Como eu posso ouvir sua respiração ofegante no meu pescoço sem nunca ter sentido? Como é possivel querer sem saber o que se quer? Sem conheçer o que mais deseja?
Eu nem sei se esse é mesmo seu nome. Eu só sei que você, quem quer que seja, com o nome que tiver, sem saber, você me deixa louca, me deixa confusa, invade meus sonhos, meus pensamentos. Não sei quem é você, da onde você veio e aonde te encontrar.
Essa incerteza da sua vida ou a sua falta de comprometimento com a minha te quer.
E quando eu estiver do seu lado vou olhar dentro dos seus olhos e viajar por um minuto no incerto, no desconhecido, na incognita que a sua vida é na minha mente e tentar não descobrir nada, nao desvendar nenhum segredo, nenhuma verdade, nenhuma mentira, permanecer esse desconheçido, que eu criei pra mim. A fantasia pode ser bem melhor que a realidade. E naquele momento não importa quem você é, da onde você veio, ou o que você faz. Naquele instante pequeno, único, nosso, você é meu, só meu. E é só isso que importa.
.
.
"She better hold him tight, give him all her love, look in those beautiful eyes and know she's lucky 'cuz.."

SUA

Eu não sei o que dizer ou pensar sobre você. Você chega rouba meu coração e meu pulso, faz o mundo para de bater. Eu fico pensando em cada atitude, em cada palavra, naqueles beijos, não foram muitos, mas foram intensos e eu tentando entender porque que mesmo sem me amar me chama de amor e quer meus beijos só por querer, só pra dizer que tem e depois some, não liga, não me quer.
Só que daí quem não quer mais sou eu. Te ignoro, mostro o quanto você é despresível, vejo você com outra e outra e dando em cima de mais uma, e chego a conclusão obvia, você é só mais um cafageste, não me merece, não te quero hoje, nem nunca mais.
Eu te encontro, fico forte, somos amigos, e você me abraça, minhas pernas tremem, meu coração perde o ritmo, eu disfarço um sorriso pra você não perceber.
Eu fujo, fico longe, mas alguma coisa me atrai pra você, e novamente estou no seu abraço, te chamando de paixão. E quando você me pede um beijo, não tem como dizer não, só que mais uma vez me sinto roubada, você levou um beijo e de novo levou meu coração, minha pulsação, o mundo para mais uma vez. E eu fico pensando em você, querendo estar do seu lado, esperando que você me chame de "minha".
E tudo acaba de novo, com um coração partido, uma mensagem sem resposta, um telefone que não toca. E mais uma vez eu te desprezo, eu te ignoro, eu te quero, te desejo, mais uma vez eu sou sua...